Três unidades prisionais do interior do Amazonas registram casos de Covid-19

A informação foi confirmada, nesta sexta-feira (8), pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária

Mais um caso do novo coronavírus foi confirmado na Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI), distante 117 quilômetros de Manuas. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (7/5) pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). O número de infectados no sistema prisional do AM subiu para 31.

O detento deu entrada na unidade no dia 16 de abril e começou a apresentar sintomas de virose nove dias depois. Recebeu atendimento clínico e iniciou o tratamento na própria unidade. Evoluindo os sintomas para dor no peito e falta de paladar, foi escoltado até o hospital, onde foi confirmado a Covid-19. Além desse interno, três servidores da UPI também foram diagnosticados com a doença e já estão afastados, fazendo o tratamento em casa.  

Parintins – Outros 17 detentos testaram positivo para Covid-19 na Unidade Prisional de Parintins (UPPIN), também nesta quinta-feira (07/05). Mais 11 internos foram submetidos a testes rápidos e, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o resultado foi negativo. Outros nove internos estão em prisão domiciliar. 

Até a quarta-feira (06/05), onze casos tinham sido confirmados. Destes, seis tinham conseguido na Justiça o benefício de cumprir a pena em prisão domiciliar e cinco permaneciam no presídio.  A unidade prisional possui 28 custodiados.

Tefé – Na Unidade Prisional de Tefé (UPT), distante 523 quilômetros de Manaus, foram confirmados mais três casos da doença, por meio do teste rápido que foi repetido após um primeiro com resultados negativos. Um registro de Covid-19 já havia sido confirmado na última terça-feira (05/05).

Medidas tomadas – Em todas as unidades em que há confirmação de Covid-19, os internos infectados são isolados, começam a receber tratamentos adequados e medicação receitada por um profissional da saúde ainda dentro do ambiente prisional.  

Até o momento, nenhum dos infectados apresenta sintomas graves da doença. Os demais detentos não têm contato com os infectados. Mesmo assim é realizado o teste, ou reteste, com todos para averiguação de possíveis novos casos. 

Em relação ao ambiente prisional interno, todas as unidades são sanitizadas com água, sabão e água sanitária. E são intensificadas as distribuições de máscaras de proteção e de material de limpeza.

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