Barreiras de Vigilância Agropecuária são instaladas nos municípios de Novo Aripuanã, Apuí e Manicoré

Postos iniciaram nesta segunda (27/04) ações de fiscalização visando proteger a futura área livre de febre aftosa sem vacinação

Três novas Barreiras de Vigilância Agropecuária (BVAs) foram implantadas nos municípios de Novo Aripuanã, Apuí (localizada no Distrito de Sucunduri) e Manicoré (na comunidade de Igapó Açu, na rodovia BR-319).
As medidas estão previstas no Plano Estratégico para o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre da Aftosa  (Pnefa 2017-2026) da Secretaria Estadual de Produção Rural (Sepror) e a Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf).

Com as novas barreiras, o Amazonas passa a contar com sete postos de fiscalização, sendo uma BVA no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, uma em Jundiá (Roraima), uma em Parintins, uma em Humaitá e, agora nos municípios de Manicoré, Apuí e Novo Aripuanã.

Proteção – Localizados de maneira estratégica, os três postos iniciaram nesta segunda-feira (27/04) as ações de fiscalização, com o objetivo de proteger a futura área livre de febre aftosa sem vacinação, no sentido de bloquear o trânsito de animais vacinados para dentro da área delimitada a partir dos 13 municípios do sul e do sudoeste do Amazonas, que fazem parte do Bloco I e que até 2021 poderão ser reconhecidos como áreas livres de febre aftosa sem vacinação.

Ao todo, compõem o Bloco I da nova Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação 13 municípios do Amazonas – Apuí, Boca do Acre, Canutama, Humaitá, Lábrea, Manicoré, Novo Aripuanã, Pauini, Guajará, Envira, Eirunepé, Ipixuna e Itamarati – e parte de Tapauá.

Os 13 municípios detêm mais de 65% do rebanho do Amazonas. Ao todo, são 1.020.096 cabeças de gado, entre bovinos e bubalinos. O Amazonas possui um rebanho total de 1.562.081.

“Estamos fortalecendo cada vez mais a defesa agropecuária, visando o avanço do status sanitário do nosso estado como área livre de febre aftosa sem vacinação, com o que teremos nossa carne mais valorizada no mercado regional e com a possibilidade de exportação, pois temos na sub-região do estado um grande potencial, com áreas degradadas, logística, vocação natural e  cerca de 1 milhão de cabeças de gado com potencial de ampliação desse rebanho sem a necessidade de desmatamento”, destacou o secretário de Estado da Produção Rural, Petrucio Magalhães Junior.

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